10 processos judicias mais absurdos que já aconteceram no Brasil

Imagine que você é dono de uma padaria, e ao chegar de manhã para abrir o seu estabelecimento, deparar com um ladrão deixando sua loja. O que você faria? Dava uma sura no ladrão ou chamava a polícia?

Foi isso que aconteceu em Minas Gerais, com um dono de uma padaria. Quando encontrou o ladrão saindo do seu estabelecimento, deu uma surra no ladrão e por sua surpresa foi processado pelo bandido. Se quiser saber como termina esta história e mais outros nove casos de processos ridículos leia o resto do artigo.

10. Desce Quadrado

Um funcionário de uma distribuidora das cervejas Kaiser e Sol em Florianópolis, SC, estava em um bar, fora do expediente, enquanto aguardava o ônibus para uma viagem a trabalho. Uma supervisora da empresa o viu no boteco, e o promotor foi demitido, pois bebia cerveja Skol! Ele processou a empresa e ganhou uma indenização de R$ 13 mil.

9. Mctortura

Em 1996, Edson Zwiezinsky começou a trabalhar em uma unidade da Mcdonalds em Porto Alegre, RS. Tinha 18 anos e 70 kg. Saiu em 2009 com 104 kg. Ele decidiu processar a empresa, alegando que nos anos como gerente teve de ingerir muitos sanduíches com “excesso de sal açúcar e gorduras, razão pela qual passou a apresentar altas taxas de colesterol, obesidade e flacidez”, segundo a decisão judicial. A Mcdonalds pagou R$ 30 mil a Zwierzinsky.

8. Golpe espirituoso

Uma dona de frigorífico Olga Santana consultou o pai-de-santo Antônio Batista para realizar serviços espirituais em suas lojas em Macapá, Calçoene e Oiapoque, AP. Alegando que o trabalho não surtiu efeito, ela decidiu não pagá-lo. Antônio quis resolver na Justiça e saiu com R$ 5 mil, em 2008. Afinal, trabalho é trabalho, neste mundo ou em outro.

7. Bacanal nada bacana

E se reunião no trabalho tivesse filmes pornôs e strippers? Tem quem goste, mas também quem não. Um funcionário da Ambev, casado e evangélico, não queria nada disso, mas era obrigado a tais situações. Segundo testemunhas, havia festas (também obrigatórias) em sítios regadas a garotas de programa e vale-prostituta para quem cumpria metas. Em 2012, o funcionário foi indenizado em R$ 50 mil.

6. Traição Cara

Sara Dias, de Galileia, MG, pagou do próprio bolso o casamento dos sonhos. Pena que durou pouco. Na noite de núpcias, uma mulher ligou para ela e disse que era amante do marido. Depois, mandou cartas e a afrontou na rua. Em dez dias, o esposo do ano pegou os móveis e foi viver com a outra. Constrangida, Sara os processou. Em 2012, o juiz condenou o casal apagar R$ 60 mil.

5. Rainhas do deserto

Que tal ir reuniões no trabalho com drag queens? Tem quem goste tem quem não. Um motorista da empresa de logística Luft não queria ser obrigado a ir em reuniões em que drags se apresentavam e sentavam no colo dele. A Luft alegou que era uma festa, mas não colou. Em 2013 teve que pagar R$ 20 mil ao ofendido.

4. Inversão de papéis

Wanderson de Freitas, de Belo Horizonte, MG, roubou R$ 45 de uma padaria, em 2008, ao sair, no entanto, foi flagrado pelo dono do estabelecimento, que lhe deu uma surra das boas. Com nariz quebrado, o ladrão processou a vítima por lesão corporal. Apesar de a justiça com as próprias mãos ser um problema grave no Brasil, Wanderson não ganhou a causa. Segundo o juiz, atitude dele era de” deboche e afronta ao Judiciário”.

3. Mulher processa marido por insignificância peniana

Em porto Grande no Amapá, uma mulher pediu anulação do casamento, em razão do erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge, alegando que jamais casaria se soubesse de tais circunstâncias, e ainda, uma indenização de R$ pelos dois anos de namoro e 11 de casamento.

2. Tomate protegido

Em 2008, uma mulher de Lajeado, RS, encontrou, enquanto fazia o almoço, uma camisinha em uma lata de molho de tomate. “Achei que era uma dedeira industrial. Quando vi que não, vomitei”, disse na época. Três meses depois, a família relembrou o caso, fazendo sua filha vomitar. Ai ela decidiu processar A Unilever, fabricante do molho. A empresa foi condenada a pagar R$ mil à mulher.

1. Condenado a ler salmo 39

Esta história aconteceu na Comarca da 7ª vara Criminal de Tersina PI, onde uma mulher foi condenada por difamação e teve que cumprir pena alternativa de ler salmo 30 da Bíblia durantes três vezes por semana na igreja de seu bairro. Porem sendo a ré analfabeta, sua filha teve de ler o salmo diariamente até que ela decorasse.

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